Ah! Então foi assim… (o início)
Obviamente, o primeiro Escrito. Aquele em que a gente se apresenta. A primeira impressão é a que fica?
Não sei. Mas aceitei a dica de um amigo que mandou por iogurte: “Cara, faz um blog”. E aproveitei que tenho uma amiga e ídolo que coloca várias coisas legais no blog dela para ser o que impulsionaria a criação do meu próprio blog.
Minha idéia? Não sei ao certo. Quero escrever sobre coisas que me façam ou fizeram pensar. Ainda não tenho certeza se ele sobreviverá.
Ah! O título… também é emprestado. (À época deste escrito, o título do site era Freud explica, mas não resolve. Foi modificado para Freud, freud…) Esse mesmo amigo que disse que eu deveria fazer um blog… pois é. A gente vive repetindo essa frase, que o Freud explica, mas não resolve. Porque acreditamos que Freud é muito bom, mas tem uma observação importante a se fazer: quanto mais se lê mais se percebe que ele pode explicar psicanaliticamente o porquê, por exemplo, de o melancólico ser desta ou daquela maneira, de os chistes funcionarem por esta ou aquela razão e mais um monte de coisas que ele escreveu em mais de vinte volumes, mas isto nunca resolve a melancolia ou cria a piada. Assim, ele explica, mas quem tem que se virar é sempre o sujeito.
Mas isto não esclarece nada. Por que este título? Nem adiantaria explicar… não iria resolver.
A arte de deixar o que não importa passar.
Foi assim. Resolvi começar.
Adorei o empréstimo, gostaria que não o devolvesse . Gostei do nome , mesmo porque se quado explicado – se entende, resolver é o de menos. Eu espero sinceramente que ele sobreviva.
Juro que estive pensando em mudar o nome. Não mudo mais, então. rsrs… pelo menos por enquanto vai continuar este!
Estou conhecendo seu blog hoje,estou achando interessantissimo,primeiro pq sou psicóloga que adora a psicanalise e mesmo sem suas totais resoluções,e, segundo pq estou percebendo em sua fala um pouco de humor,marvilhoso!!! A partir de hoje te visito mais.Parabens!!!
Que bom que gostou!
Espero que volte sempre nele.
Bj
marq
Então, se for considerado a singularidade, taí um bom motivo pra iniciar a autopesquisa. Freud foi capaz de fazer a dele, embora não tenha concluído (será?).
Autopesquisa é muito importante. Mas requer muita coragem.